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19.01.2017

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«Conversas: Arte portuguesa recente na Coleção de Serralves»


To:22.01.2017

City: Porto

Where: MAC de Serralves

O Museu de Arte Contemporânea de Serralves continua a sua programação dedicada à Coleção de Serralves com 'Conversas: Arte portuguesa recente na Coleção de Serralves'. A exposição apresenta obras em diversos meios - pintura, desenho, escultura, fotografia, filme e vídeo - realizadas a partir dos anos 2000, recentemente adquiridas ou prestes a ser incorporadas na Coleção.Concebida como uma série de diálogos entre alguns dos mais influentes artistas portugueses desde a geração da década de 1960 até à atualidade, a exposição propõe narrativas baseadas em explorações formais do real, legados do modernismo, noções expandidas de pintura, mundos visionários de paisagens imaginadas e surrealismo especulativo.

 

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«Da Colecção de Serralves: Pedro Cabrita Reis, One Floor, One Floor Plan»


To:22.01.2017

City: Porto

Where: Museu da Misericórdia do Porto - MMIPO

O Museu de Arte Contemporânea de Serralves mostra no Museu da Misericórdia do Porto (MMIPO), a obra One Floor, One Floor Plan, de Pedro Cabrita Reis, incorporada na Coleção de Serralves em 2012.Esta apresentação resulta de uma parceria entre a Fundação de Serralves e a Santa Casa da Misericórdia do Porto, ao abrigo da qual obras da Coleção de Serralves serão apresentadas regularmente no átrio do MMIPO ao longo de três anos.A mostra coincide com a exposição no Museu de Arte Contemporânea de Serralves 'Conversas: Arte portuguesa recente na Coleção de Serralves', na qual pode ser vista uma grande instalação de Pedro Cabrita Reis, permitindo ao público conhecer mais profundamente o trabalho e o processo artístico de um dos mais influentes artistas portugueses das últimas décadas.

 

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«Joan Miró: Materialidade e Metamorfose»


To:28.01.2017

City: Porto

Where: MAC de Serralves

As obras de Joan Miró, propriedade do Estado Português, são mostradas ao público pela primeira vez na Casa de Serralves a partir do dia 30 de Setembro de 2016 e até 28 de Janeiro de 2017. Esta exposição, designada 'Joan Miró: Materialidade e Metamorfose', é comissariada por Robert Lubar Messeri, destacado especialista mundial na obra de Miró, e tem projeto expositivo de Álvaro Siza Vieira.A mostra abarca um período de seis décadas da carreira de Joan Miró, de 1924 a 1981. Debruçando-se de forma particular sobre a transformação das linguagens pictóricas que o artista catalão começou a desenvolver em meados dos anos 1920, aborda as suas metamorfoses artísticas nos campos do desenho, pintura, colagem e trabalhos em tapeçaria.O pensamento visual de Miró, o modo como trabalha com sensações que variam entre o táctil e o ótico e os processos de elaboração das suas obras são observados em detalhe.A exposição incluirá cerca de 80 obras de Joan Miró (do conjunto das 85 obras da Coleção) na sua maioria desconhecidas do público, incluindo seis das suas pinturas sobre masonite de 1936 e também seis sobreteixims de 1973. Por ocasião da exposição, organizada pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves, será publicado um catálogo profusamente ilustrado com um ensaio da autoria do comissário.

 

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«Graça Morais ao Encontro de Sophia»


To:29.01.2017

City: Bragança

Where: Centro de Arte Contemporânea Graça Morais

O mito de Orpheu e Eurydice, fonte inesgotável de referências e criações artísticas no domínio das artes plásticas, da música e da literatura, assinala também o primeiro encontro entre a pintura de Graça Morais e a escrita de Sophia de Mello Breyner Andresen.Sobre esta trágica história de amor, Graça Morais realiza, em 1990, uma série de pinturas a sépia sobre partituras musicais, que dariam origem a um livro com poemas de Sophia.Esta ligação com a escrita tem sido constante na vasta e prolífica carreira de Graça Morais. A sua pintura tem vindo a dialogar com a obra de inúmeros escritores contemporâneos portugueses, entre os quais Miguel Torga, Agustina Bessa-Luís ou José Saramago.Apresentados agora juntamente com os poemas e alguns manuscritos originais de Sophia, os desenhos sobre o mito de Orpheu são também os primeiros trabalhos que realiza no seu atelier da Costa do Castelo, em Lisboa. Neles sobressai o recurso a uma figuração muito contida e evidenciam-se referências a instrumentos musicais, como as guitarras, preceituando a gramática estilística que desenvolvia neste período.Este encontro entre a pintora e a poetisa, a par da grande amizade que as unia, repete-se em 2003: Sophia de Mello Breyner convida Graça Morais a ilustrar o conto O Anjo de Timor.A série é realizada em pequenos desenhos a aguarela e sépia sobre papel, conferindo aos trabalhos um intenso colorido. Executados com imediatismo, sem o traço minucioso e preciso do desenho, prevalece neles a mancha grandemente aquosa e fluida da aguarela, tanto no tratamento das figuras como dos fundos, refletindo uma grande liberdade estilística, ainda que numa grande fidelidade à narrativa de Sophia.A complementar esta criação conjunta, na presente exposição retomam-se ainda obras emblemáticas de Graça Morais, como a série Marias ou a série da Oliveira, a quem Sophia dedicou o poema: 'Sobre um Desenho de Graça Morais'.

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«Casa de Espanto»


To:05.02.2017

City: Bragança

Where: Centro de Arte Contemporânea Graça Morais

Na sequência de 'Palácio de Espanto', inaugurada em Tavira no passado maio, Casa de Espanto volta a contrapor obras da Coleção da Caixa Geral de Depósitos a peças inéditas de artistas convidados e a artefactos provenientes dos espólios de cultura material da região anfitriã - neste caso, Trás-os-Montes. Para além de reincidir no confronto da Coleção da CGD com objetos de outros universos e de outras idades, esta segunda exposição reforça a vontade de criar condições para uma experiência artística muito menos interessada na função educativa ou informativa da arte do que nas suas valências simbólica, litúrgica, ou mesmo gregária.Para esta segunda incursão no território do espanto e das suas constelações, contaremos com um conjunto de novas peças de Renato Ferrão (Vila Nova de Famalicão, 1975), nas quais a interação da luz com pequenos dispositivos escultóricos nos devolve imagens espectrais, como fantasmas, incertas na sua estaticidade, dúbias no seu conteúdo. A estas obras juntam-se ainda artefactos de uma região onde abundam lendas e fábulas, e cujos rituais pagãos nos deixam um legado material absolutamente ímpar. Da reunião de todos estes objetos esperamos ver surgir diálogos e contrastes, assistir ao despontar de uma tensão produtiva e desafiante, que facilite a imersão do espectador no espaço de desconcerto e intensidade de uma Casa de Espanto.

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«Everything is About to Happen (Porto): Livros e Edições de Artista»


To:12.02.2017

City: Porto

Where: MAC de Serralves

Presented in the mezzanine galleries of the Museum and the Casa de Serralves, this exhibition focuses on artist books as support and context for contemporary art. Examines works that take over the format and methods of production of the book; theiy are not books that replicate art works, but works of art that exist exclusively through the format of the book. Taking as starting point the important collection of publications of artist of the year 1960 and 1970 of the Museu de Arte Contemporânea de Serralves, the exhibition ''Tudo Está Prestes a Acontecer: Livros e Edições de Artista' is a reflection on the remarkable impulse suffered by this area in recent times. The selected books go from unique works to limited editions. Some of the books were printed more than 100 copies. All were created in the last 20 years. In this perspective, the selection highlights the many contemporary artists who have chosen autopublish, collaborate with small independent publishers or create their own publishers. This network of interests, friendships and common goals, as well as the parallel economy and flexibility of roles that allow them to exist, are part of the landscape that the exhibition proposes analyzing, investigating how she has changed since his historic begining.

 

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«Projeto Sonae//Serralves - Haegue Yang: Parque de Vento Opaco em Seis Dobras»


To:04.06.2017

City: Porto

Where: MAC de Serralves

Para esta edição do Projeto Sonae//Serralves, o Museu de Arte Contemporânea de Serralves apresenta 'Parque de Vento Opaco em Seis Dobras' da artista coreana Haegue Yang (Seul, 1971) nos jardins do Parque de Serralves. A obra expressamente encomendada é composta por cinco torres parcialmente arqueadas de dimensões variáveis construídas em tijolo e ligadas por meio de uma disposição geométrica de lajes. Ocupando uma área de cerca de 70 metros quadrados, este ambicioso complexo escultórico convida o observador a caminhar pela paisagem híbrida das suas múltiplas estruturas.A abordagem escultórica de Yang recorre ao traçado de geometria islâmica, nomeadamente a forma do hexágono, criado por uma subdivisão do círculo em seis partes, ou dobras, iguais. Unidades quadradas de 72 x 72 cm delimitam o espaço coberto pelas lajes e pelas torres de alturas variáveis construídas com tijolo de barro cozido, numa acumulação de configurações geométricas. Os três tons cromáticos diferentes dos tijolos contribuem para o esquema ornamental das torres e das suas fachadas interligadas. Embutidas no complexo construído por Yang há diversas espécies de plantas e vegetação, incluindo suculentas, heras e gramíneas, destinadas a crescer, trepar, florir e morrer ao longo de um ano que durará a presença da obra encomendada nos jardins de Serralves.

 

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