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26.03.2017

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«GOD», de David Javerbaum


To:26.03.2017

City: Porto

Where: Teatro Sá da Bandeira (TSB)

Espectáculo com texto de David Javerbaum, encenação de António Pires, tradução de Ana Sampaio, adaptação de João Quadros, Joaquim Monchique, António Pires e Rui Filipe Lopes, cenário e assistência de encenação de Rui Filipe Lopes, desenho de luz de Luís Duarte, sonoplastia de Hugo Franco, interpretação de Joaquim Monchique, Diogo Mesquita e Rui Andrade.Com a sua habitual irreverência, Joaquim Monchique partilha o palco com Diogo Mesquita e Rui Andrade, prometendo difundir a boa disposição pelos visitantes.Deus chega, então, ao Auditório dos Oceanos e, para que o público o possa ver e ouvir, vai anunciar através de Joaquim Monchique, o estado das coisas no planeta Terra que, como era de esperar, não se encontra de boa saúde.Isto porque chegou, na realidade, a hora de Deus e dos seus dois anjos, Miguel e Gabriel, mudarem o rumo da Humanidade e tornarem a vida terrena muito mais aprazível.

 

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«A Máquina de Emaranhar Paisagens», de Herberto Helder


To:26.03.2017

City: Porto

Where: Teatro Carlos Alberto (TeCa)

Coprodução Centro Cultural Vila Flor / Teatro Nacional São João, com textos de Herberto Helder, direção e interpretação de Dinarte Branco, música original e interpretação ao vivo por Cristóvão Campos, cenografia de Paulo Oliveira, desenho e operação de luz de Feliciano Branco, figurinos de Cristina Homem de Gouveia.

 

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«A Noite da Iguana», de Tennessee Williams - Artistas Unidos


To:26.03.2017

City: Porto

Where: Teatro Nacional São João (TNSJ)

Produção Artistas Unidos, com texto de Tennessee Williams, tradução de Dulce Fernandes, interpretação de Nuno Lopes, Maria João Luís, Isabel Muñoz Cardoso, Joana Bárcia, Pedro Carraca, Tiago Matias, João Meireles, Vânia Rodrigues, Pedro Gabriel Marques, Catarina Wallenstein, Américo Silva, João Delgado, Bruno Xavier e Ana Amaral, cenografia e figurinos de Rita Lopes Alves, luz de Pedro Domingos, som de André Pires, assistência de encenação de Nuno Gonçalo Rodrigues e Bernardo Alves, encenação de Jorge Silva Melo.Uma modesta pensão junto ao mar, na costa do Pacífico. Um ex-pastor no limiar de um colapso nervoso. Uma viúva, Maxine, é quem se ocupa do hotel. E surge uma pintora amadora que tenta vender os seus quadros, enquanto passeia o seu avô moribundo de hotel em hotel, sem dinheiro.E uma iguana presa que se vai soltar naquela noite.

 

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«Chama Xamânica» - Otelo M. F.


To:15.05.2017

City: Porto

Where: Culturgest Porto

A exposição 'Chama Xamânica' apresenta a um público alargado e de forma extensiva o trabalho de Otelo M. F., mantido ainda relativamente desconhecido apesar de algumas cintilantes e surpreendentes aparições em Portugal ou no estrangeiro (Algarve Visionário, Excêntrico e Utópico, Museu Municipal de Faro, 2010; Instruments of quasi-null consequence, Galeria Clages, Colónia, 2014; Interface Makonde e Oracular Spectacular, desenho e animismo, no Centro Internacional das Artes José de Guimarães, Guimarães, em 2013 e 2015, respetivamente; Le lynx ne connaît pas de frontières, Fondation D'Enterprise Ricard, 2015).No trabalho de Otelo M. F. (Almancil, 1974), cuja formação artística foi feita fora de qualquer contexto formal, o desenho, os objetos e a escultura constituem o núcleo central de uma obra na qual a performance e o ritual se estabelecem como modos de conduzir energias, convocar presenças, articular materialidades. Animismo, primitivismo, xamanismo, metamodernismo, antropoceno são campos de conhecimento operativo convocados pelo artista num trabalho frequentemente movido pela deceção e pelo sentimento de perda irreversível de um mundo em colapso ambiental (The damage is done) e que perdeu as ligações com o espírito da terra e o conhecimento cultivado pelos antepassados. Movimento, metamorfose, transitoriedade, devolver ideias que não tenham corpo, recolher e reutilizar matérias frequentemente tratados como restos, em contexto urbano ou natural, estabelecer ligações ou diálogos inusitados entre materiais e formas, são palavras-chave numa prática muito alargada, que afirma que 'o trabalho artístico serve para reclamar a nossa existência espiritual'.

 

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«Projeto Sonae//Serralves - Haegue Yang: Parque de Vento Opaco em Seis Dobras»


To:04.06.2017

City: Porto

Where: MAC de Serralves

Para esta edição do Projeto Sonae//Serralves, o Museu de Arte Contemporânea de Serralves apresenta 'Parque de Vento Opaco em Seis Dobras' da artista coreana Haegue Yang (Seul, 1971) nos jardins do Parque de Serralves. A obra expressamente encomendada é composta por cinco torres parcialmente arqueadas de dimensões variáveis construídas em tijolo e ligadas por meio de uma disposição geométrica de lajes. Ocupando uma área de cerca de 70 metros quadrados, este ambicioso complexo escultórico convida o observador a caminhar pela paisagem híbrida das suas múltiplas estruturas.A abordagem escultórica de Yang recorre ao traçado de geometria islâmica, nomeadamente a forma do hexágono, criado por uma subdivisão do círculo em seis partes, ou dobras, iguais. Unidades quadradas de 72 x 72 cm delimitam o espaço coberto pelas lajes e pelas torres de alturas variáveis construídas com tijolo de barro cozido, numa acumulação de configurações geométricas. Os três tons cromáticos diferentes dos tijolos contribuem para o esquema ornamental das torres e das suas fachadas interligadas. Embutidas no complexo construído por Yang há diversas espécies de plantas e vegetação, incluindo suculentas, heras e gramíneas, destinadas a crescer, trepar, florir e morrer ao longo de um ano que durará a presença da obra encomendada nos jardins de Serralves.

 

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